O explorador francês Xavier Rosset prentende iniciar, em uma viagem de 300 dias sozinho, completamente sozinho em uma ilha enorme no Sul do Pacífico.

A aventura será registrada em video, que dará origem a um documentário de 52 minutos. Algo que lembra bastante as histórias de Robinson Crusoé, dos sobreviventes do vôo da Oceanic Airlines da série LOST e Tom Hanks em “O naufrago”.

O lado McGuyver da aventura de Xavier é sua bagagem de sobrevivência: Um canivete suíço e nada mais.

O restante tem o propósito de transmitir e registrar a aventura que são uma câmera de video e um painel solar para carregá-la. A idéia é permanecer 10 meses sozinho nesta ilha aí da foto, tentando caçar e pescar para comer e fabricando roupas, cabana e tudo mais para se abrigar do clima instável do Pacífico. Ele quer sobreviver sem interferência humana e sem poluir o ambiente. O objetivo do documentário é criar uma reflexão sobre o quanto o homem precisa da industrialização e sua relação com a natureza.

Maneiro.

Discaradamente copiado do Mundo Gump

As sacolas plásticas são um dos grandes vilões do meio ambiente na atualidade, além de demorarem 100 a 200 anos para se decomporem nos aterros sanitários suas moléculas plásticas podem demorar até 1000 anos para se degradarem nos elementos básicos, e o mundo produz cerca de 500 bilhões destas sacolas por ano.

Além disto elas entopem canos e bueiros nas cidades, provocando alagamentos e inundações e também matam animais que as ingerem por acidente, uma baleia foi encontrada morta com mais de 100Kg de sacolas plásticas no estômago, só para ter uma idéia de que o problema vai muito mais longe do que os lixões e encanamentos entupidos nas cidades.

Pensando neste problema, um estudante canadense chamado Daniel Burd, de apenas 16 anos, desenvolveu um raciocínio muito lógico e à princípio bem simples e que foi apresentado na Feira de Ciências Escolar Nacional em Ottawa, Canadá.

Se uma sacola plástica for deixada no solo ela vai ser decomposta com o tempo, pode levar séculos, mas será decomposta. Então, o que a decompõe? Partindo deste raciocínio e com a idéia de que o processo de degradação do plástico era de origem bacteriana ele montou seu primeiro experimento que consistia em isolar o microorganismo responsável por esta degradação, e não é fácil porque esta bactéria não existe em grande quantidade na natureza.

Ele moeu as sacolas plásticas até virarem um pó, juntou água da torneira e fermento de pão, misturou tudo e juntou terra do quintal mesmo, tudo isto dentro de um recipiente a 30 graus. A cada 4 semanas ele removia uma amostra da mistura e colocava em uma nova preparada da mesma forma, com isso aumentando a concentração de bactérias. Depois de 3 meses ele filtrou a cultura bacteriana e colocou em 3 frascos contendo tiras de sacolas plásticas, como controle ele fez um quarto frasco com a cultura fervida (bactérias mortas). Em 6 semanas as amostras de plástico nos frascos de cultura tinham perdido 17% de sua massa enquanto a amostra de controle continuava igual.

Com o uso de cultura em Placas de Petri com nutrientes ele acabou descobrindo 4 tipos de bactérias no solo e que duas delas funcionavam para degradar o plástico, juntando apenas as duas efetivas a eficiência do processo subiu para 32% em 6 semanas Se adicionar um pouco de acetato de sódio para alimentar as bactérias a 37 graus foram 43% de consumo de matéria plástica em 6 semanas, em pouco mais de um três meses ele supõe que todo o plástico estaria degradado.

Note, não é apenas desmontar a sacola em pequenos pedaços ou moléculas de plástico, mas sim destruir completamente, aquele processo que podia demorar até 1000 anos em apenas 3 meses. O garoto ainda testou o método em uma escala maior, com um balde cheio de sacolas e a efetividade foi a mesma, de modo que deve ser simples reproduzir o sistema em escala industrial e com baixíssimo custo.

Como prêmio ele ganhou 30 mil dólares e espero que tenha registrado o método para que possa ganhar alguma coisa com isto no futuro. Certamente existe espaço para otimização do processo mas assim como está já é algo fenomenal que ninguém tinha feito antes.

Copiado descaradamente do News Errado.

Bookcrossing

maio 26, 2008

Não sabe o que fazer com aqueles livros que você não quer mais guardar? Que tal “soltá-los na natureza”? Essa é a proposta do projeto “Bookcrossing” (BC ou, ao pé da letra, “troca de livros”): tornar o mundo uma grande biblioteca. Basta deixá-los em um local público, onde outros possam adotá-lo.

Mais aqui

Site oficial

De acordo com o Programa Ambiental das Nações Unidas, detritos de plástico constituem 90% de todo o lixo flutuante nos oceanos. O programas estimada que 46.000 peças de plástico flutuantes provocam a morte de mais de um milhão de aves e de outros 100.000 mamíferos marinhos por ano. Seringas, isqueiros e escovas já foram encontrados nos estômagos de animais marinhos mortos.

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