urbanoid

novembro 16, 2008

agora tambem nesse link: urbanoid.wordpress.com

Eva e Adão

junho 5, 2008

Vi no JB

Blues

junho 1, 2008

“O blues é uma forma musical vocal e/ou instrumental que se fundamenta no uso de notas tocadas ou cantadas numa frequência baixa, com fins expressivos, evitando aquelas notas da escala maior, utilizando sempre uma estrutura repetitiva.
Suas letras, muitas vezes, incluíam sutis sugestões ou protestos contra a escravidão ou formas de escapar dela.”

O início

O blues foi criado por pessoas sem conhecimento formal musical e se baseavam na improvisação verbal e instrumental. A simplicidade das letras abriu caminho para que os bluesmen expressassem seus sentimentos.

Foi criado a partir da cultura afro-americano, especialmente a originada do sul dos EUA, das plantações de algodão e usavam-no para embalar o trabalho interminável.

Diz a lenda que W. C. Handy,o (auto-proclamado) pai do blues, ouviu em 1903,viajando clandestinamente em um trem,pela primeira vez um blues, que era tocado por um homem num violão com um canivete.Daí teria surgido o primeiro blues da história, St. Louis Blues. Porém, o mais correto é dizer que ele tomou forma a partir da instrumentalização das canções de trabalho(work songs).

Bluesmen

O primeiro sucesso a surgir como bluesmen foi Charley Patton na década de 20.Na mesma época surgiram sucessos como Son House.


Mas foi na década de 30 que surgiu o maior nome do blues: Robert Johnson.
Dizem que ele encontrou com o diabo e em troca da sua alma, ele se tornaria o bluesmen mais idolatrado de todos os tempos.Parece que funcionou, suas músicas são consideradas os maiores clássicos do blues até hoje.

A primeira mudança mais forte dentro do blues veio com T-Bone Walker, que marcou seu estilo a partir de raízes no jazz.

Com a explosão do blues em Chicago,entre outros fatores, o blues deixou de ser restrito para se tornar cultura popular no sul dos EUA.

Chicago e o blues

Os negros do sul migraram em direção a Chicago fugindo da repressão e buscando properidade. Lá encontraram a eletricidade musical.

O primeiro a eletrificar toda a banda foi Muddy Waters, que talvez seja um dos únicos a ser comparado a Johnson, tendo seu nome reconhecido internacionalmente, influenciando bandas como Rolling Stones e Beatles.

Nomes importantes como Howlin’ Wolf e um dos únicos baixistas líderes de bandas,Willie Dixon, e John Lee Hooker são inevitáveis.

Mas o “rei do blues”, incomparavelmente, foi e é ainda B.B. King com seu jeito inigualável de solar uma guitarra, ou melhor, A guitarra: Lucille.

A revolução do blues britânico
A vertente mais famosa do blues é o rock and roll.Bandas como Led Zeppelin, The Doors,Rolling Stones e Jimi Hendrix Experience foram diretamente influenciadas pelo blues de Chicago, principalmente por Muddy Waters.

Praticamente todos os artistas ligados ao rock ou ao blues regravaram os grandes nomes do blues sulista ao de Chicago.

Anos 80 e o renascimento
O blues começou a perder espaço para outras tendências como o disco.Mas eis que surge do Texas, um guitarritas chamado Stevie Ray Vaughan.Ele foi responsável pelo renascimento do blues como referência musical.Porém sua morte prematura em 1990 foi um golpe duro no blues, que nunca mais teve expressividade como em tempos passados.

Vaughan é considerado um herói por ter conseguido, em meio a músicas feitas como produto, trazer à superfície um estilo que revolucionou a música mundial.

Fonte
Fonte

O explorador francês Xavier Rosset prentende iniciar, em uma viagem de 300 dias sozinho, completamente sozinho em uma ilha enorme no Sul do Pacífico.

A aventura será registrada em video, que dará origem a um documentário de 52 minutos. Algo que lembra bastante as histórias de Robinson Crusoé, dos sobreviventes do vôo da Oceanic Airlines da série LOST e Tom Hanks em “O naufrago”.

O lado McGuyver da aventura de Xavier é sua bagagem de sobrevivência: Um canivete suíço e nada mais.

O restante tem o propósito de transmitir e registrar a aventura que são uma câmera de video e um painel solar para carregá-la. A idéia é permanecer 10 meses sozinho nesta ilha aí da foto, tentando caçar e pescar para comer e fabricando roupas, cabana e tudo mais para se abrigar do clima instável do Pacífico. Ele quer sobreviver sem interferência humana e sem poluir o ambiente. O objetivo do documentário é criar uma reflexão sobre o quanto o homem precisa da industrialização e sua relação com a natureza.

Maneiro.

Discaradamente copiado do Mundo Gump

As sacolas plásticas são um dos grandes vilões do meio ambiente na atualidade, além de demorarem 100 a 200 anos para se decomporem nos aterros sanitários suas moléculas plásticas podem demorar até 1000 anos para se degradarem nos elementos básicos, e o mundo produz cerca de 500 bilhões destas sacolas por ano.

Além disto elas entopem canos e bueiros nas cidades, provocando alagamentos e inundações e também matam animais que as ingerem por acidente, uma baleia foi encontrada morta com mais de 100Kg de sacolas plásticas no estômago, só para ter uma idéia de que o problema vai muito mais longe do que os lixões e encanamentos entupidos nas cidades.

Pensando neste problema, um estudante canadense chamado Daniel Burd, de apenas 16 anos, desenvolveu um raciocínio muito lógico e à princípio bem simples e que foi apresentado na Feira de Ciências Escolar Nacional em Ottawa, Canadá.

Se uma sacola plástica for deixada no solo ela vai ser decomposta com o tempo, pode levar séculos, mas será decomposta. Então, o que a decompõe? Partindo deste raciocínio e com a idéia de que o processo de degradação do plástico era de origem bacteriana ele montou seu primeiro experimento que consistia em isolar o microorganismo responsável por esta degradação, e não é fácil porque esta bactéria não existe em grande quantidade na natureza.

Ele moeu as sacolas plásticas até virarem um pó, juntou água da torneira e fermento de pão, misturou tudo e juntou terra do quintal mesmo, tudo isto dentro de um recipiente a 30 graus. A cada 4 semanas ele removia uma amostra da mistura e colocava em uma nova preparada da mesma forma, com isso aumentando a concentração de bactérias. Depois de 3 meses ele filtrou a cultura bacteriana e colocou em 3 frascos contendo tiras de sacolas plásticas, como controle ele fez um quarto frasco com a cultura fervida (bactérias mortas). Em 6 semanas as amostras de plástico nos frascos de cultura tinham perdido 17% de sua massa enquanto a amostra de controle continuava igual.

Com o uso de cultura em Placas de Petri com nutrientes ele acabou descobrindo 4 tipos de bactérias no solo e que duas delas funcionavam para degradar o plástico, juntando apenas as duas efetivas a eficiência do processo subiu para 32% em 6 semanas Se adicionar um pouco de acetato de sódio para alimentar as bactérias a 37 graus foram 43% de consumo de matéria plástica em 6 semanas, em pouco mais de um três meses ele supõe que todo o plástico estaria degradado.

Note, não é apenas desmontar a sacola em pequenos pedaços ou moléculas de plástico, mas sim destruir completamente, aquele processo que podia demorar até 1000 anos em apenas 3 meses. O garoto ainda testou o método em uma escala maior, com um balde cheio de sacolas e a efetividade foi a mesma, de modo que deve ser simples reproduzir o sistema em escala industrial e com baixíssimo custo.

Como prêmio ele ganhou 30 mil dólares e espero que tenha registrado o método para que possa ganhar alguma coisa com isto no futuro. Certamente existe espaço para otimização do processo mas assim como está já é algo fenomenal que ninguém tinha feito antes.

Copiado descaradamente do News Errado.

Valendo!

maio 27, 2008

Uma pessoa faz a ilustração e outra faz o texto. Funciona mais ou menos assim, sem tema nenhum, sem dar qualquer pista sobre o que estão fazendo. Me acompanha: de repente um fala para o outro VALENDO! e daí o ilustrador se põe a ilustrar o que lhe der na telha, e a redatora se põe a redigir o que lhe der na cachola. Quando de um canto ela termina o texto e, do outro, ele finaliza a ilustra, sem um saber o que raios o outro fez, eles enviam o trabalho um pro outro, juntam os dois e a obra de arte fica completa. Daí eles publicam o resultado aqui, repleto de coincidências bizarras, legendas engraçadas ou misturas sem sentido.

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Vi no Sedentário & Hiperativo

Música de Leonard Cohen, mas que fica muito melhor na versão de Jeff Buckley.

Uma das músicas mais bonitas que eu já ouvi em toda minha vida.

Bookcrossing

maio 26, 2008

Não sabe o que fazer com aqueles livros que você não quer mais guardar? Que tal “soltá-los na natureza”? Essa é a proposta do projeto “Bookcrossing” (BC ou, ao pé da letra, “troca de livros”): tornar o mundo uma grande biblioteca. Basta deixá-los em um local público, onde outros possam adotá-lo.

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Site oficial

Leia a matéria inteira aqui

Li no Ato ou Efeito

Vi no Xpock

ps:não consegui colocar o player do Xpock aqui, então garimpei no YouTube.